espaço pessoal e parcial do editor-chefe da revistaparadoxo.com
Você certamente já ouviu essa pergunta. Ou você ja a fez. Eu mesmo vivo fazendo.
Não tenho visto muito televisão, mas há sempre uma propaganda ou outra com uma puta trilha sonora que faz você assistir ao VT até o fim. E depois, ficar doido pra descobrir que música era aquela para poder baixar.
Pelo Google, por acaso, achei o blog Aquela Música do Anúncio que trata justamente disso. Por lá, os posts ficham anúncios, marcas e trilhas.
Essa acima tem passado direto no canal Sony. Achei familiar o som e, claro!, era Rooney.
E o vídeo que segue, para fechar a semana, é em homenagem a bela ítalo-francesa Carla Bruni. Ela chega ao País com seu marido, o presidente francês Nicolas Sarkozy, no próximo dia 22 para a abertura das comemorações do Ano do Brasil na França.
Lembro que conheci a cantora por acaso, por indicação de algum amigo internético via MP3. De cara, me apaixonei por aquele tom sussurrante, aquele rosto irretocável e aquela melodia simples, porém bem dedilhada.

Sexta-feira passada [12/12], a convite da produção de A Noviça Rebelde, fui conferir mais uma vez o musical no Oi Casa Grande, ali no Leblon. Há quase dois meses, o espetáculo – que está em cartaz desde maio deste ano – sofreu uma pequena alteração. O capitão Von Trapp, antes vivido pelo ator Herson Capri, passou a ser interpretado por Saulo Vasconcelos, já experiente com musicais, tendo protagonizado a montagem paulistana de O Fantasma da Ópera, com mais de mil apresentações.
Entre o primeiro e o segundo ato, tive acesso aos bastidores e pude ver de perto toda a estrutura que faz os cenários subirem e descerem na frente da platéia, além de conversar com boa parte do elenco. Quando cheguei a um dos camarins, Saulo tinha acabado de trocar de roupa e relaxava em seu laptop, acessando o Orkut, enquanto algumas freiras liam livros e provavam das frutas do buffet que é servido ao elenco.
Bem acessível, o ator afirmou que entrar em um espetáculo no meio de uma temporada de sucesso não é tarefa fácil. “Eu não conhecia o público carioca”, conta o brasiliense que está morando em Copacabana há dois meses. “Passei por situação semelhante no México, quando entrei para o elenco de Os Miseráveis no meio da temporada, em 2004”, lembra.
Ao se preparar para o papel, Saulo não quis assistir ao clássico The Sound of Music. “Não quis me influenciar pelo filme. As linguagens do cinema e do teatro são muito diferentes”, pontua ele, que se preparou para o papel durante um mês sob o olhar da coach Inês Aranha. “Difícil para mim foi só mergulhar no papel de cara. Eu sou muito brincalhão. O Capitão Von Trapp é o oposto de mim. Na segunda parte do espetáculo, ele fica mais tranqüilo. Aí, é melhor de fazer.”

últimas semanas
Se você ainda não foi ver o espetáculo, é melhor correr. Dia primeiro de fevereiro do ano que vem, a noviça e a Família Von Trapp fazem as malas e desembarcam em São Paulo, onde estrearão no Teatro Alpha, no dia 20 de março. Por lá, inclusive, audições de seleção das crianças que farão os sete filhos do capitão já estão acontecendo. Veja no vídeo abaixo:
A SHORT LOVE STORY IN STOP MOTION from Carlos Lascano on Vimeo.
Carlos Lascano é cineasta argentino que mora na Espanha e tem feito belos trabalhos culturais, conceituais e comerciais em stop-motion. Confira mais em seu portifolio.
Bom sábado para você!

Lembro a primeira vez que comprei uma camiseta pela internet. Era final de 2004, eu já fazia as malas para ir fazer estágio fora do País quando me indicaram a SambaClub, “um site de um amigo meu que vende camisetas bem legais”. A minha escolhida foi uma vermelha, com uma estampa branca que fazia um trocadilho entre Atari e safari, a qual guardo até hoje.
Muitos anos e newsletters recebida mais tarde, uma nova estampa dessas “camisetas com conteúdo” me conquistou e eu não pude mais resistir. Como já era de se esperar, o serviço hoje está totalmente profissional, a malha é mil vezes melhor e o site, bem funcional. Mas tem coisas que não mudam - e isso encanta a gente que acompanha o crescimento de uma marca, mesmo que de longe.
Naquele final de 2004, o designer e sócio da Samba Rogerio Campos veio entregar minha encomenda em mãos, na porta de casa. Na época, a camiseta vinha numa espécie de saco de pão. Hoje, apesar da embalagem bacana, com velcro e tudo, a camiseta ainda vem num “saco de pão” - ainda que, agora, seja customizado e estampado com o logo da grife.
Outra coisa que acho legal na SambaClub é o fato de eles não lançarem camisetas a torto e a direito. Os lançamentos programados em forma de coleções, tais quais das grandes grifes, permitem à marca manter uma linha conceitual entre suas peças. E hoje, não é só imagem que a gente quer comprar, né?
Samba Clube
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www.sambaclube.com.br
O quê? Seu guarda-roupa já ta cheio demais e
você não quer mais uma camiseta? Então faça o
editor feliz e dê esta, de Natal, para ele ;¬]
“Você viu Capitu?”, foi só o que ouvi hoje. E não, não vi… ontem de noite completávamos dois anos de namoro e ainda tinha o fechamento da edição dessa semana, cheio de problemas técnicos.
Mas agora de noite, acabei de ter a grata surpresa de que o episódio de estréia já está na internet, veja:

Com uma de suas novas coleções de jóias, a H.Stern resolveu homenagear o arquiteto Oscar Niemeyer e suas linhas curvas.
Hoje, recebi um kit muito bem elaborado para divulgar esse caro e ‘precioso’ gesto da joalheria. Numa caixa quadrada que faz referência visual ao concreto - elemento tão controversamente adorado por Niemeyer -, alguns encartes que trazem croquis do arquiteto e seu indefectível traçado. Fora isso, a sua celebre declaração quanto à sua arte:
“Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país. No curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein.”

No fundo da caixa, um pendrive - com o autógrafo de Niemeyer nele gravado - guarda todo o material de divulgação da nova coleção, bem como a música-homenagem escrita e musicada por Carlinhos Brown e George Israel.
Tal qual a homenagem, o material é de muito bom gosto. E vai ficar muito bem na mesinha da minha sala. Eu, filho de arquiteta, fã que sou do autor do encantador Museu da Arte Contemporânea de Niterói, sempre fui admirador das obras de Niemeyer. E agora tenho o autógrafo do arquiteto gravado em uma pedra! ;¬]
Para ver mais fotos, clique aqui.
Confira abaixo a animação de Andrés Lieban com a canção dos caras:
PS: Acho que não custava muito terem desenvolvido uma interface mais userfriendly para o material do pendrive que, como está, parece um material jogado, solto em pastas quaisquer. E se não for pedir muito, podiam ter pensado nos usuários de mac.
Já que nos últimos dias, raro tem sido eu encontrar tempo de escrever por aqui, deixo a você a sugestão de leitura de um texto muito divertido - e até reflexivo - escrito pelo amigo André Mizarela, em seu blog.
Comece a ler aqui e, depois, clique aqui para continuar:
“Coisas da vida
- Aprendi que peixinhos não gostam de gelatina (5 anos)
- Aprendi que pintos não voam (5 anos)
- Aprendi que pais podem dizer um monte de palavras que eu não posso (6 anos)
- Aprendi que professoras sempre chamam quando você não sabe a resposta (7 anos)
- Aprendi que se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa (11 anos)
- Aprendi que não se deve descontar as coisas no irmão menor, porque seu pai também tem frustrações maiores e mão mais pesada (12 anos)
- Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe me manda arrumar (13 anos)
- Aprendi que se pode estar apaixonado por 2 garotas ao mesmo tempo (14 anos)
- Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão (15 anos)
[…]”
"Oi, tudo bem? Como vai o dia? Ah, que isso, puxa aquela cadeira ali, senta e fica mais um pouco. Vou pedir que te tragam um café. Por aqui? A mesma correria de sempre, sabe? Mas assim que é bom.
É com esse clima próximo e bem pessoal que o nosso editor resolveu abrir este espaço. Se nas páginas semanais da Revista Paradoxo a gente tem toda aquela preocupação com a seriedade de uma apuração minuciosa e a responsabilidade de ser imparcial quando deve, mas opinar quando precisa, aqui, o editor pode falar o que lhe vier à cabeça. Mais que isso, o Blog do Editor é um espaço para observar o novo, indicar locais bacanas, opinar sobre filmes, livros, discos, bandas, além de registrar os bastidores da produção das nossas edições.
Sinta-se em casa,
Equipe Paradoxo